Em 2004 o artista plástico Carruço aceita um convite da Embaixada de Portugal na Polónia para participar numa exposição em Varsóvia, juntamente com o artista plástico Henrique Tigo e Inês Carrelhas.
A exposição realizou-se na Galeria DAP - Dom artysty plastyca, localizada no centro da cidade de Varsóvia ..
Foi a primeira exposição de pintores Português desde que a Polónia integou a União Europeia pelo que a exposição foi muito visitada, e em especial por embaixadores e pessoas ligadas às artes e à cultura na Polónia.
Em termos étnicos, a Polónia tem sido um estado homogêneo desde o final da II Guerra Mundial devido ao Holocausto e ao retorno de populações alemãs e ucranianas. A Polónia tornou-se globalmente Católica, sendo que os Católicos já perfazem cerca de 90% da população (94,8%, segundo as estatísticas da igreja).
A Polónia recuperou sua independência em 1918 após a I Guerra Mundial, mas perdeu-a novamente na II Guerra Mundial, ocupada pela Alemanha nazi, emergindo vários anos mais tarde, como um país comunista no Leste sob o comando da União Soviética. Em 1989, o governo comunista foi derrubado e a Polónia tornou-se naquilo que é informalmente conhecido como a "Terceira República Polaca".
A cultura polaca tem sido influenciada pelo Ocidente e Oriente. Hoje, estas influências são evidentes na arquitetura e arte polaca. A Polónia é o berço de algumas pessoas famosas, incluindo o Papa João Paulo Segundo (Papież Janeiro Paweł II), Marie Sklodowska Curie (Maria Sklodowska-Curie), Kazimierz Pułaski (Model Lanomg), Nicolaus Copernicus (Mikołaj Kopernik) e Frederic Chopin (Fryderyk Chopin).
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